quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Need for Speed: Underground 2


Need for Speed: Underground 2 Full + Crack + Tradução Baixar



                 Todo mundo aqui eu acho que preferem jogos de fps, mas se algum de vocês ainda não jogaram Need for Speed  Underground 2 não sabem o q estao perdendo.
                 Jogo com um grafico muito bom nota 10, nao foge muito do real e tem um belo ''score'' na midia internalta. As pessoas acham o jogo tao bom que o EA games ainda nao lançou um que seja de graça a nao ser o pirata. Mas o inform games nao liga para isso... Fazemos pesquisas para ajudar a vcs axarem um jogo bom e barato... é claro q o need nao poderia faltar.
                  O jogo traz novos recursos em relação ao anterior, o maior sendo uma cidade virtual para percorrer livremente (ao estilo da série Grand Theft Auto) em busca das corridas e lojas. Além disso, há mais veículos (29), opções de tuning, novos modos de corrida e a adição de alterações climáticas, realmente um ótimo Game.
                     Esta ai algumas imagens do gameplay:

Need for Speed: Underground 2 Full + Crack + Tradução Baixar



bom c vc se amarrou no jogo esta ai uma oportunidade que não pode jogar fora. Disponibilizamos o link do donwload ai embaixo:



                                                                       clique aqui 



dica:
caso nao tenha vontade de gravar um cd-room para o jogo baixe esse programa  

DAEMON Tools Lite

  ele simula CDs VIRTUAIS ASSIM GRAVANDO VARIOS JOGOS!!!




domingo, 16 de outubro de 2011

turok cheats ps2

Ps bueno otro juego interesante y bueno q tengo en mi consola GC mmm el juegoconsta de 15 niveles q son uno q otro complkicado tambn tratare d hacer los walkthrougs o partes pero ps ahora preguntenme o por ejempolo les doy unos trucos el mejor de todos en la ultima opcion del inico del juego esta CHEATS entra ay y selecion enter cheats: Cuando estes alli oprime fmnfb Esto activara todas las claves como invisibilidad invencibilidad todas las armas, municion infinita, mi favorito big heads q todos salen con cabezas tamaño planeta XD y ps activa la galeria y todos los niveles aunq no se ayan pasado. BUnoe el q necesite ayuda con esto juego preguntenme como siempre el juego es full

terça-feira, 19 de julho de 2011

Van helsing ps2

Fase curtinha e sem problemas. Colete todos os crucifixos espalhados pela igreja. Eles servem como dinheiro na compra de acessórios e movimentos. No centro do local, suba pela parede da esquerda. Agora use o gancho para chegar ao segundo andar. Mais à frente, use novamente o gancho no lustre para chegar à escada. Dr. Jekyl não oferece resistência. Evite as ombradas e mantenha a mira travada nele. Atire sem parar até derrubá-lo. 

terça-feira, 12 de julho de 2011

resident evil 4

Ficheiro:Resident Evil 4 - North-american cover.jpg
Resident Evil 4 (em japonêsバイオハザード 4, Baiohazādo Fō?, Biohazard 4) é um jogo eletrônico de survival horror, tiro em primeira pessoa(você é o personagem) e ação-aventura desenvolvido e lançado pela Capcom. Resident Evil 4 é o sexto jogo da série de survival horror Resident Evil. Foi lançado em 11 de Janeiro de 2005, nos Estados Unidos, originalmente como um jogo exclusivo para o console GameCube. Uma versão paraPlayStation 2 foi lançada no dia 25 de Outubro de 2005, com adições de jogabilidade. Versões para PC e Wii também foram lançadas, em março e maio de 2007,[1]respectivamente, com uma versão para celular também anunciada no mesmo ano. Resident Evil 4 revolucionou a franquia da Capcom, com jogabilidade mais focada na ação mas sem se esquecer da essência da série, teve grande influência em outros jogos de vários gêneros, sendo considerado por algumas publicações um dos melhores jogos de survival horror.[2]

segunda-feira, 27 de junho de 2011

legacy of kain ps2


Legacy of Kain (que traduzido para o português significa “O Legado de Kain”) é uma série de jogos desenvolvida em sua maior parte pela empresa Crystal Dynamics e publicada pela Eidos Interactive. O primeiro jogo da série foi desenvolvido pela Silicon Knights e publicado pela Crystal Dynamics, mas esta continuou a série sem a primeira. A idéia por trás de Legacy of Kain foi primeiramente concebida em 1993, mas levou cerca de três anos para que o primeiro game fosse lançado para o console PlayStation da Sony.
A série se baseia no encadeamento de fatos e em uma história que se expande a cada jogo. Um dos mais interessantes aspectos da série é o diálogo e a complexidade que a história adquire ao longo de cada jogo. A maioria dos jogos da série se baseia numa sequência de acontecimentos, entretanto a linha temporal não é linear, ou seja, alguns jogos que foram lançados após outros apresentam fatos que explicam assuntos referentes ao passado, ao presente e ao futuro dos outros jogos. A história exata e a linha de segmento dos jogos da série ainda é muito debatida, porém existe uma linha de tempo aceita pela maioria dos fans.
O foco primário da série é uma crônica sobre a “pós-vida” do vampiro Kain, mas durante a continuidade da história, outros personagens e histórias paralelas são apresentadas.
Uma das verdadeiras inovações de série Legacy of Kain é espetacular e envolvente história, com personagens plausíveis, e alternadas alianças e traições. Nosgoth é um lugar fantasioso e sombrio com uma elaborada e envolvente história, e esta história é normalmente revelada ao contrário, ou seja, cada nova informação revelada nos mostra que a informação que tomávamos como verdadeira era, na verdade, falsa. Além disso, cada personagem apresenta ambos os aspectos de herói e vilão, sendo alguns mais tendenciosos a um dos lados.
fonte: wikipédia

ghost rider ps2

A história se repete. Havia uma história em quadrinhos. Ele virou filme e também um jogo, daqueles medíocres. Esse é o roteiro de "Ghost Rider", estrelado pelo Motoqueiro Fantasma, que pela primeira vez estrela um game próprio - até agora foram apenas aparições em outros títulos de super-heróis -, pegando onda no longa-metragem estrelado por Nicholas Cage.

Quem já jogou "God of War", já sabe que a Climax Games copiou descaradamente toda a mecânica do clássico instantâneo da Sony. Desde o jeitão dos golpes até a configuração dos botões, está tudo igual, sem tirar nem pôr. Mas isso ficou apenas na aparência, pois o game não tem alma - talvez tenha vendida ao diabo, como fez o protagonista.

Assombração

"Ghost Rider" é, basicamente, um jogo de ação com combates, mas também traz cenas de corrida, mesclando acrobacias e lutas. Em ambos os casos, toma "emprestado" elementos de games famosos, sem, no entanto, possuir a diversão que eles proporcionam. Não que o jogo seja imprestável, mas lhe falta variedade e imaginação para surpreender o jogador.

O enredo do game da continuidade ao filme. Johnny Blaze é um acrobata da motocicleta que teve de vender sua alma a Mephisto para salvar a vida de seu padrasto. No entanto, seu espírito foi amarrado a uma entidade maligna que transforma Blaze no Motoqueiro Fantasma.

No game, Blaze, sob ameaça de perder a namorada para sempre, precisa acabar com os planos de Blackheart, filho de Mephisto, que quer provocar as tragédias que levarão ao fim do mundo. E assim está dada a desculpa para enfrentar uma série de monstros pelo caminho - grande em quantidade, mas ralo em variedade.

Apesar de o enredo ter sido escrito por veteranos como Garth Ennis e Jimmy Palmiotti, o roteiro é desconexo durante o jogo e até mesmo com o longa-metragem. A produção é pobre, imitando histórias em quadrinhos, praticamente estáticas (e ainda com uma qualidade ruim de imagens). Talvez a intenção fosse imitar "Metal Gear Solid: Portable Ops", para PSP, que usa os HQs com estilo.

Plagiando o deus da guerra...

Os combates funcionam exatamente como em "God of War". Para começar, a arma do protagonista é uma corrente e as seqüências de golpes que resultam da combinação de ataques fracos e fortes também lembram o jeito do jogo de Kratos. Quando os oponentes ficam tontos, você pode agarrá-los e finalizá-los com golpes bacanas, mas a empolgação se esvazia rapidamente, pois há somente uma animação por inimigo.

Até mesmo a mecânica de sugar almas e usá-las como moedas para adquirir mais golpes foi copiada. A diferença é que você também pode comprar "power ups" para aumentar a barra de energia e a de espírito, além de conteúdos bônus, como vídeos e HQs. Em tempo: a câmera é fixa e o direcional direito é usado para esquivas, como em... você já sabe.

A quantidade de combos é grande, mas se você descobrir uma determinada seqüência, vai querer usar somente esse movimento. É que ele é extremamente forte, capaz de matar a maioria dos inimigos num único "combo". Nem é preciso dizer que isso desequilibra a dificuldade do game, que, se já não era muito alta, fica praticamente ridícula de fácil. O pior é que essa combinação aparece bem cedo. Além disso, a barra de energia fica enorme depois dos upgrades.

... e o demônio que pode chorar

Mas "Ghost Rider" ainda encontra espaço para copiar outro sucesso: "Devil May Cry". O motoqueiro também tem uma arma de fogo (e fogo do inferno), mas, ao contrário do game da Capcom, nem perca tempo em tentar embutir os tiros dentro de um combo. E o sistema de avaliação também é igualzinho ao jogo de Dante.

Essa barra aumenta quando você varia os golpes e serve para ganhar mais almas, mas as que você adquire normalmente já são mais que suficientes para comprar quase tudo numa única partida. O que irrita é que alguns inimigos vêm com um escudo que só são desfeitos quando você tem um determinado rank, como o "brutal". Ou seja, você é obrigado a evoluir o medidor, o que pode ser bem frustrante, pois basta um golpezinho dos oponentes para zerar tudo. E esse é o tipo de jogo que os adversários costumam aparecer do nada, de fora do campo visual.

Os combates até divertem por algum momento, mas cansam pela monotonia: os inimigos se repetem à exaustão. As lutas contra os chefes melhoram um pouco, mas não o suficiente.

Direção perigosa

As partes de "corrida" conseguem ser piores. Há até um pouco mais de imaginação, misturando rampas, locais em que é preciso deitar a moto para passar e uma série de oponentes, mas a direção ruim põe tudo a perder. É um festival de batidas e quedas em precipícios até você tentar se entender com o guidão. O problema é que sua paciência pode não chegar a tanto, o que é bem provável.

Em alguns momentos faz lembrar títulos como "Road Rash", com aquela clássica cena dos motoqueiros se esbofeteando, mas o saudosismo passa rápido também. A fase das motos ocupa boa parte do jogo, ou seja, mais do que seria desejável. O jogo inteiro não dura mais que quatro horas. É certo que ele não tem bala para mais que isso, mas é inegável que é muito pouco conteúdo para um game atual "completo".

As edições para PlayStation 2 e PSP se equivalem, apenas com uma pequena diferença no conceito de fases. No console, a estrutura é clássica, trazendo distinção de começo e fim, mas no PSP, os ambientes são menores e há uma divisão de "checkpoints" entre cada série de lutas. Isso condiz com o estilo do portátil, mais prático.

O PSP leva pequena vantagem por trazer mais conteúdo, como os exclusivos modos de desafio e multiplayer. O primeiro consiste em corridas isoladas, com algumas regras diferentes como a de eliminação e a de sobrevivência. Essas mesmas provas podem ser disputadas com até quatro jogadores, estejam com várias cópias ou apenas uma. Mas, como os controles são ruins, nem tem como se divertir muito.

Visual dos infernos

O visual também está praticamente idêntico em ambas as versões. O resultado pode ser considerado bom para o PSP, mas é fraco para o PlayStation 2, principalmente diante de produções recentes, que exploram como nunca o console. Há texturas indefinidas e ruídos que deixam tudo mais feio. As primeiras fases até dão uma boa impressão, mas a qualidade não se mantém.

Se o personagem principal já tem um design medíocre, os inimigos não poderiam ser mais genéricos: gárgulas, morcegos e algumas poucas variedades de demônios. Pelo menos, as animações dos golpes são cheias de estilo, com bons efeitos, mas é muito pouco para salvar os gráficos.

A trilha musical é até competente, servindo bem ao propósito e tema do game. As vozes ficam praticamente restritas à narração, sem muita inspiração. A sonoplastia também não levaria nenhum prêmio, mas é bom o suficiente para surtir o efeito desejado.

Estrada da perdição

"Ghost Rider" imita grandes jogos, mas não consegue captar quase nada de sua essência, aquilo que os tornam indistinguíveis e irresistíveis. Sobra um game que até diverte no começo, mas é até você perceber que tudo começa a ficar repetitivo, o que não demora a acontecer. O conteúdo é pífio e não dura mais que algumas horas para um jogador de certa vivência. É uma pena que um personagem tão interessante tenha vendido sua alma por tão pouco.
 
fonte:www.jogos.uol.com.br

quarta-feira, 22 de junho de 2011

downloads

vms agora oferecver a vc caro leitor links de downlad de jogos e so escolherr na lista aew embaixo:
tradutor cs 1.5 e 1.6
guitar hero 3
swat 4
codigos the sims 3(p/ pc)
combat arms download
projeto blackout download

bom pessoal e so isso pro hj ate amanha ou hj ainda

guitar hero lll

Graças a "Guitar Hero", mesmo as pessoas sem qualquer aptidão musical se transformam em astros do rock e arrasam tocando alguns dos maiores clássicos do rock, com direito a platéia e tudo mais. Não por acaso, a franquia foi uma revolução nos games musicais, tanto que as duas responsáveis por seu desenvolvimento, RedOctane e Harmonix, foram compradas por Activision e MTV, respectivamente. Agora, "Guitar Hero III" está nas mãos da Neversoft, subsidiária da Activision, afinal, o show tem que continuar.

Aproveitando-se da máxima "em time que está ganhando não se mexe", a produtora mantém o estilo consagrado. Contudo, a escolha do repertório foi cuidadosa, para atender aos pedidos de muitos fãs, com direito a algumas interpretações clássicas - e não apenas covers, como nos episódios anteriores. Além disso, agora o controle-guitarra, inspirado no modelo Les Paul, não tem fio, proporcionando liberdade total aos jogadores.

Como a Neversoft não teve acesso ao código-fonte de "Guitar Hero", a terceira versão parte do zero, mas a idéia é manter os mesmos princípios de estilo e curva de aprendizado. O nível de dificuldade não é maior que os antecessores, ficando em uma espécie de meio-termo entre as duas versões.

Algumas mudanças na interface incluem um contador de "strings", que registra quantas notas de uma mesma linha o jogador tocou sem cometer nenhum erro, exibindo um contador na tela. Certos personagens têm um visual mais realista em "Guitar Hero III" e os locais de show foram totalmente redesenhados, de forma a refletir o progresso na carreira do jogador.

Por ora, os modos de jogo, para até dois participantes, continuam os mesmos - desta vez, no entanto, a modalidade cooperativa, para até dois participantes, ganhou uma Carreira, com lista de músicas própria.

Por falar nisso, o repertório de "Guitar Hero III" inclui, dentre outras músicas, interpretações originais de "Paint It Black" (Rolling Stones), "Cherub Rock" Smashing Pumpkins), "Sabotage" (Beastie Boys), além de covers de "Rock And Roll All Nite" (Kiss) e "School's Out" (Alice Cooper).

segunda-feira, 20 de junho de 2011

god of war



O que o jogo de carro "Twisted Metal" e "God of War", um adventure de ação, têm em comum? A resposta poderia ser o mesmo DNA orientado para a destruição, vindo da mente de David Jaffe. Novamente, ele encabeça a criação de um título primoroso, digno de pertencer ao hall dos melhores dessa geração.

Mas "God of War" não é exatamente original. Seu principal acerto é um raro equilíbrio entre combates e quebra-cabeças, e ser magnificamente polido, bem-acabado, em todos os aspectos, seja nos quesitos técnicos ou artísticos.

Beleza grega

Logo na tela de opções, o estúdio de Santa Monica da Sony Computer Entertainment americana já abre sua caixa de ferramentas. Com opções para progressive scan em 480P e wide screen, a beleza visual ganha ainda mais força. E há também uma curiosa opção para suavizar as bordas dos pixels, em troca de alguma perda de nitidez em termos gerais.

Feita a opção de começar o jogo, o refinamento visual que norteia toda a aventura é apresentado ao usuário, com cenas de computação gráfica até que singelas, mas de grande valor artístico. Logo, o protagonista Kratos, um ex-guerreiro espartano, volta três semanas antes no tempo, no meio de um navio rumo a Atenas.

Novamente, logo nos primeiros combates, o jogador poderá perceber o que o aguarda nas cerca de 15 horas de entretenimento puro. A visão do jogo usa o tradicional sistema de terceira pessoa, com câmera dramática, localizada em pontos estratégicos com o objetivo de obter o ângulo mais apropriado dentro do cenário. "God of War" não cai na armadilha comum a esse tipo de trabalho de câmera, que geralmente faz desorientar o jogador, ainda que em alguns poucos momentos isso aconteça. Alguns poderão sentir falta de um maior controle da visão, mas essa limitação faz parte do desafio.

Se há algum ponto negativo em todo o trabalho visual do game é que, de vez em quando, a iluminação das cenas de computação gráfica não bate com a do jogo, em tempo real. Obviamente é um defeito mínimo dentro de um excelente trabalho.

Pelo jeito, a Sony percebeu seus méritos e não se inibiu em mostrar todo o processo nos extras. Há "making of" de quase todos os processos que envolveram a produção de "God of War" e, assim como os filmes de DVD incluem cenas deletadas, o game oferece a chance de ver as fases e designs que acabaram não entrando na versão final.

A mitologia na ponta dos dedos

O enredo conta a história de um ex-guerreiro de Esparta, uma cidade-estado grega, que busca vingança contra Ares, o deus da guerra na mitologia grega e razão do título do jogo. Versados no tema reconhecerão os mais famosos personagens dessa lenda, como Zeus, Artemis e Poseidon. Naturalmente, os inimigos vêm da mesma fonte, e monstros como ciclopes, minotauros, hárpias e outras criaturas lendárias serão um obstáculo a mais para o jogador.

O jogo não esconde sua vocação de atender ao público maduro, visto o nível de violência, sangue, nudez e até algumas situações sexuais. Mas todos esses elementos são suavizados com um quê de estilização e acabam não sendo tão chocantes como se poderia supor. No quesito violência e sangue, rivaliza com "Resident Evil", por exemplo. A nudez se verifica na fartura de seios a mostra, fato até um pouco raro em videogames.

Muitos desenvolvedores reclamam que o PlayStation 2 é um hardware difícil de explorar, mas a Sony, no alto de sua condição de arquiteta do aparelho, demonstra que ele deve muito pouco aos concorrentes GameCube e Xbox. O jogo traz imagens detalhadas e com alta taxa de quadros por segundo, ainda que, em determinadas situações, a velocidade fique instável, mas, mesmo assim, o fluxo da ação não é interrompida.

Mens sana in corpore sano

Como dito, "God of War" equilibra magistralmente os elementos de ação e raciocínio. O jogador possui diversos tipos de ataque e a animação é simplesmente fantástica, com todos os movimentos fluindo de maneira natural. Os golpes, em boa parte, são fáceis de realizar: os controles perdoam quase todos os deslizes de sincronia e mesmo quem nunca jogou um título desse tipo poderá batalhar como se fosse um mestre da espada.

Isso não significa que os jogadores exigentes estejam fora do escopo de "God of War". Para eles existem modos de jogos mais difíceis, que oferecem recompensas aos vencedores. A variedade de golpes não é tão grande assim, mas há muitos movimentos úteis.

Além de sua espada básica, Kratos ainda recebe diversos tipos de poderes celestiais, além de algumas outras armas. Todos esses elementos podem ser encaixados dentro de um combo, que, obviamente, quanto maior a combinação, maior o prêmio. O que se ganha são almas, que têm diversas funções como experiência, energia e magia.

"God of War" usa a criatividade para não cair na armadilha de ser um simples jogo de "amassar botões". Todos os inimigos podem ser mortos com golpes comuns, mas muitos (os maiores principalmente) têm a opção de serem exterminados com ataques sensíveis ao contexto, como um minigame de pressionar os botões ou girar o direcional como aparece na tela. Para quem conhece, ele é bem parecido com o QTE (quick time event) de "Shenmue". Com isso, o usuário consegue escolher as almas que deseja.

As batalhas são intercaladas com a exploração do cenário, que esconde baús atrás de paredes falsas ou portas, ou em outra localidade difícil de enxergar; e quebra-cabeças inteligentes que requerem contrapartida intelectual do jogador. Nem muito complicados ou simples demais, os quebra-cabeças sempre estão dentro do contexto, e variam entre o acionamento de uma simples manivela até a solução, gradual, de enormes salas cheias de pequenos enigmas.

O design das fases também é variado e oferece desafio na medida certa, sem ser linear demais nem aberta ao extremo. Geralmente, o personagem tem duas ou três rotas a explorar, além de algumas salas secretas com recompensas proporcionais ao esforço de descobri-las.

Um lugar no Olimpo

Kratos entra para a galeria dos heróis dos videogames, protagonizando uma aventura refinada e de equilíbrio primoroso, agradando tanto jogadores novatos como os mais experientes. Um dos poucos empecilhos é seu conteúdo violento ou sexual demais para pessoas sensíveis, mas, de resto, aproveite: a qualidade de "God of War" aparece só algumas vezes em cada geração.

Graficos: 10
Som: 10
Jogabilidade: 10
Diversão: 10
Replay: 8
Nota final: 10

cAll of duty inform

Recentemente o site Kotaku vazou informações sobre o Jogo Call of Duty: Modern Warfare 3 que seria anunciado na E3 2011. Entre as informações vazadas encontram-se:

Call of Duty: Modern Warfare 3 inicia logo depois do final de Modern Warfare 2 onde ocorre um ataque surpresa dos russos contra as tropas americanas que fogem.

O jogador, assumindo diferentes papéis entre eles, um agente secreto russo ou do serviço aéreo britânico, um atirador em um blindado ou em um avião AC-130, será levado pela companhia solo diferentes lugares no mundo. Tudo isto sem falar nos personagens dos jogos anteriores. Modern Warfare 3 contará com 15 missões.

Segundo site Game Vício o roteiro do jogo Call of Duty: Modern Warfare 3 “parece seguir a tradição da Infinity Ward de trabalhar com sequências curtas e complexas, pontuadas por tiroteio e mudanças de cena”.

Será possível também controlar diversos veículos, onde atuará como um atirador em um AC-130 . A campanha solo terá dois soldados da Delta Force chamados de “Frost” e “Sandman”. Outra informação revelada é que o contará com uma lista de 20 mapas e duas variações do modo Spec Ops: “survival” e “mission”.

Enfim, estas são algumas das informações que vazaram de Call of Duty: Modern Warfare 3. Vamos aguardar e ver o que mais vai aparecer até a E3 2011.


se voce nao conhece e quer o jogo basta clicar aqui -> download

domingo, 19 de junho de 2011

estreia!!!

Hj eu Rafael vou ta lhes oferecendo um blog de informaçoes de jogos truques, manhas, e Cheats pra jogos PC e varias outra coisas para vcs se divertirem bastante ai e passar seu tempo fazendo downloads d jogos e de Cheats bom vou começar amanha a postar as novidaDES EU e meu primo espero que vcs c divirtam